Aqui/in/descobrir/vento/ruína em mim

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De onde vem e raiva? De segredos inquietos? De invejas guardadas? De inspirações reencarnatórias? De listas mentais desnecessárias? De infelicidades passadas? De lembranças de Verão? De perdas? De outros sentimentos? De outros corações? De outro mundo? De outros contatos anônimos? Dos passos dados em vão? Das incertezas da vida? Dos corpos, antes unidos, hoje separados? Das negações? Dos falsos sentimentos recíprocos? Das imundices da mente? Das pedras na praia? Do ar que respira? Do começo de tudo? Do coração?

A raiva veio dos sentimentos evitados; Dos choros nas madrugadas; Dos não recebidos; Do cheiro que não passou por suas narinas; Das terras que você não pisou; Dos arranhões observados nos outros; Da inveja guardada; Do orgulho exposto ao mundo; Do cansaço dos outros; Da impaciência com a mediocridade/futilidade; Do ridículo dos outros; Do rancor grudado na mente; Dos falsos sorrisos; Do passado não vivido; Do companheirismo que me faz falta; Vem pela incompreensão de ninguém; Pela obrigação de viver o mundo dos outros (que se fodam!; Do não entendimento de si próprio; Do nada; Do não; De tudo isso.

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