Ao futuro

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Vale parar e reescrever todas as coisas que acontecem no mundo, integrar os sentimentos com as ações, falar direito o que se quer e dizer tranquilo o que se sente.
Como mudar o que não se pode? Entregar sua alma a outros, que não seja a si, vale? Foi engolido o orgulho e destruído tudo o que foi necessário para a sobrevivência do “eu”.
Quero bravear sobre minhas opiniões, escrever sobre meus sentimentos e lutar pelo o que pode ser, e vai, ser meu. Preciso encontrar o que tem em meu caminho, saciar a fome de futuro que tenho; Interagir com meus sonhos e sentir profundamente o doce da conquista.
Pode parecer clichê, ridículo ou qualquer merda que ache, mas você não tem o direito de achar nada, isto não faz parte de você.
O destino é uma coisa louca, uma coisa boba, cheio de truques bestas e piadinhas idiotas. De vez em quando, ele nos surpreende com surpresas gostosas como um orgasmo ou um pedação de bolo de chocolate. O destino é um brincalhão imutável e ridículo, que, assim como quem vos fala, sabe fazer rir a plateia mas faz chorar o elenco.
Eu poderia falar de profecias, da volta de Cristo, de aviões caindo, mas não posso. Não posso viver o final sem ler o meio e queimar as páginas do início.
Tudo é incerto, mesmo já existindo. Vai ser assim do primeiro engatinhar ao abraço frio do fim. Maktub, ao futuro um brinde.

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